Pular para a Navegação Principal

59ª Conferência Semianual da Estaca de Setúbal

59ª Conferência Semianual da Estaca de Setúbal
Miguel Adriano

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias realizou a 59ª Conferência Semianual da Estaca de Setúbal. As sessões da conferência decorreram no sábado e domingo, dias 17 e 18 de junho de 2017 em Setúbal e Almada.

A sessão geral de domingo decorreu no auditório do Instituto Jean Piaget em Almada, e contou com a presença de 500 pessoas que assistiram a discursos proferidos por membros das congregações da estaca de Setúbal, e hinos cantados pelo coro da estaca. A conferência foi presidida pelo Elder Clifford T. Herbertson, Setenta de Área que visitou Portugal neste fim de semana.

Na sessão geral de domingo, o presidente da estaca, Luís Cordeiro referiu-se ao exemplo de Jesus Cristo como o “bom pastor que dá a vida pelas suas ovelhas” (Bíblia, S. João 10:14-15), e a necessidade de os membros da igreja apoiarem os seus líderes eclesiásticos.

Quatro jovens que regressaram recentemente das suas missões religiosas em Cabo Verde, Inglaterra e Brasil, tiveram oportunidade de expressar a sua alegria por terem servido uma missão para a Igreja. Essas missões aumentaram o seu amor pelo Salvador Jesus Cristo, pelo povo que serviram, e mudaram as suas vidas para sempre.

O presidente Tavares, presidente da Missão Portugal Lisboa e a sua esposa, relembraram as coisas mais importantes que aprenderam nas suas vidas. “Deus, o nosso Pai Celestial vive. Jesus Cristo, o Seu Filho é o nosso Salvador. O Espírito Santo é um confortador, e a Igreja de Cristo foi restaurada nos nossos dias pelo profeta Joseph Smith.”

Falando a todos os amigos da Igreja que estavam presentes, o Presidente Tavares mencionou que o conhecimento da verdade está disponível a todos os que com fé e intenção, peçam uma resposta a Deus por meio da oração.

O Élder Clifford T. Herbertson elogiou a estaca de Setúbal pela sua diversidade cultural onde a tolerância e o amor são visíveis, e pelos treze jovens da estaca que servem atualmente missões de tempo integral em diversas partes do mundo.

Relembrou a responsabilidade dos bispos e dos pais em apoiar os jovens que regressam das suas missões, de forma a conservarem o entusiasmo que adquiram nos dois anos que serviram.

“Os membros da Igreja têm a responsabilidade de apoiarem os seus lideres religiosos. Eles precisam de expressar esse amor e compreender que eles são pessoas comuns, com defeitos, desafios e um potencial para melhorarem com o apoio de todos”, relembrou no seu discurso.

Sobre o Templo de Lisboa que está a ser construído, ele mencionou que agora é o teu da preparação pessoal e “retirar da nossa vida aquilo que nos impede hoje de entrarmos em qualquer templo da Igreja”. Relembrou, “Por favor não adiem o dia do arrependimento”.

“A promessa mencionada no Livro de Doutrina e Convênios (seção 82) é verdadeira. O Senhor sente-se obrigado a abençoar todos aqueles que obedecem aos mandamentos. E Ele conhece as circunstâncias da nossa vida.”

Referindo-se ao Plano da Área da Europa, ele relembrou que o plano deve ser o nosso plano. “Deve ser o nosso plano para o Templo: trazer um amigo para a Igreja, esforçarmo-nos para sermos autossuficientes espiritual e materialmente e pesquisar os nomes dos nossos antepassados para levar ao templo”.

Sobre o nosso propósito e objetivo de um dia vivermos com o Pai Celestial e Jesus Cristo, o Elder Herbertson referiu-se à necessidade de andar no caminho da obediência aos mandamentos e mantermo-nos fiéis até ao fim das nossas vidas. “O caminho até a Deus é estreito e apertado, mas não é uma ‘passadeira rolante’! Não permanecemos parados, precisamos de andar. De fazer aquilo que é esperado de nós”

Mencionando 2 Néfi 31.20: “Deveis, pois, prosseguir com firmeza em Cristo, tendo um perfeito esplendor de esperança e amor a Deus e a todos os homens. Portanto, se assim prosseguirdes, banqueteando-vos com a palavra de Cristo, e perseverardes até o fim, eis que assim diz o Pai: Tereis vida eterna”, o Elder Herbertson referiu que precisamos das “calorias espirituais” que recebemos do estudo das escrituras e das palavras dos profetas. Precisamos de ser exemplos de tolerância, amar a todos e ter uma perfeita esperança em Deus.

Sobre o “caminho estreito e apertado” que cada um de nós deve seguir mencionou três princípios básicos:

1.       Não interessa a velocidade em que seguimos no caminho. Não interessa quem está á nossa frente. Não devemos compararmo-nos aos outros, pois como disse o Presidente Dieter F. Uchtdorf, “temos a tendência para comparar o nosso pior com o melhor dos outros”. O que interessa é estarmos o caminho e a progredir.

2.       Se alguma vez sairmos do caminho, por falta de fé ou de obediência aos mandamentos, devemos levantar-nos e voltar ao caminho. Pode ser que voltemos um pouco mais para trás, mas isso não interesse. O importante é estar novamente no caminho e seguir em frente.

3.       Se algum dos familiares se afastar do caminho, a melhor forma de os ajudarmos é mantermo-nos no caminho e prosseguir. O exemplo de obediência pode alcança-los e ajudá-los a voltar ao caminho certo.

Nas suas considerações finais desejou que os membros da igreja sintam alegria e felicidade. Por saber que Jesus Cristo é o Salvador da humanidade e que não estamos sozinhos nesta jornada.